Em sua edição do dia 30 de outubro, a revista Exame veiculou matéria intitulada “A rodoviária rejeitada”, onde afirma que a consolidação de parcerias público-privadas como alternativas também aos terminais rodoviários do país, como a rodoviária ”rejeitada” de Betim (MG), pode ser algo positivo, desde que haja o compromisso e o acompanhamento da execução da obra por parte do Governo.

A obra custou cerca de 20 milhões de reais, porém, o único benefício concreto oferecido à cidade foi o surgimento de um novo estacionamento.

Comentário do CAB:  A questão parece decorrer de desorganização e ineficiência administrativa. Quer dizer, após a conclusão das obras é que houve pedido de alteração no projeto que, obrigatoriamente, deve ser prévio, como exige a lei. Além disso, parece haver ilegitimidade das despesas, ou seja, a aplicação de recursos foi desnecessária, na medida em que até hoje não há utilização do terminal.