A gestão pública deveria focar sua atuação em processos e projetos mais relevantes socialmente, sem olvidar daqueles sem tanta significância, mas necessários ao funcionamento da máquina estatal.

O Ministério da Educação criou recentemente, por meio da Portaria nº 1.635, de 4 de outubro de 2013, escritório de gestão de processos e projetos estratégicos que, ao que parece, está com o foco nessa direção.

A iniciativa é interessante, desde que não seja mais um apêndice burocrático para mera criação de cargos, mas um grupo realmente imbuído de espírito público e eficiente na obtenção de resultados.