O Banco Central, por meio da Portaria nº 84.953, de 4 de maio de 2015, definiu regras para a despesa a ser empenhada com a concessão de passagens e diárias no âmbito da instituição.

Com a medida, o Banco Central vedou, até o dia 31 de dezembro de 2015, a realização de viagens com propósito de treinamento, desenvolvimento e aperfeiçoamento de pessoal, bem como para participação de reuniões, as contas da instituição. A vedação não inclui o deslocamento do Presidente e de seus assessores, dos Diretores, do Secretário Executivo, do Procurador-Geral e do Chefe de Gabinete do Presidente do banco para a participação em eventos.

Os deslocamentos considerados imprescindíveis e de importância estratégica, como os para a participação em missões de fiscalização de obras do banco, e em audiências judiciais deverão ser autorizadas pelo Diretor de Administração, mediante justificativa do Diretor da área, do Secretário-Executivo, do Procurador-Geral, ou do Chefe de Gabinete do Presidente.

A Instituição também cancelou as autorizações de viagem no país e no exterior, excetos aquelas para as quais já foram adquiridas passagens até o dia 4 de maio. A norma também vedou a participação de mais de um servidor em evento de qualquer natureza a se realizado no exterior, exceto se houver autorização do Presidente do Banco Central.

Viagem a serviço com despesas custeadas, em parte ou totalmente, por organismo internacional ou por instituição pública nacional ou de outro país poderão ser autorizadas pelo Diretor Financeiro do banco.