A Corregedoria da Saúde do Distrito Federal instaurou cinco Processos Administrativos Disciplinares contra servidores do órgão. Quatro das portarias publicadas hoje no Diário Oficial determinam que os processos deverão apurar “possível irregularidade administrativa, possível não observância de normas legais, possível não observância de normas regulamentares de trabalho e possível insubordinação grave em serviço”. Apenas um dos processos deverá investigar irregularidade na execução de contrato.

Para cada um dos PADs a Corregedoria designou uma comissão permanente de disciplina que deverá apurar os fatos e determinou o prazo de 60 dias para a conclusão das investigações. Os processos tramitam em sigilo.

Sob esta mesma tipificação, em outubro de 2014 esta mesma Corregedoria abriu Processo Administrativo Disciplinar com o objetivo de apurar denúncia de que um funcionário ex-assessor do então governador do DF, Agnelo Queiroz (na época Ministro do Esporte), recebia propina de uma empresa que prestava serviço ao governo distrital.