A Prefeitura de Teresina, capital do Piauí, homologou o resultado do processo licitatório para a construção da segunda ponte sobre o rio Poti, no Bairro Poti Velho, na zona norte da cidade. A obra está orçada em R$ 19.867.964,51 e utilizará recursos vindos do programa Pacto Mobilidade, do Ministério das Cidades. A assinatura da ordem de serviço deve ser realizada nos próximos dias.

A nova ponte terá 240 metros de extensão, uma faixa de passeio para ciclistas e pedestres e três vias de tráfego, sendo uma faixa exclusiva para ônibus e duas faixas para outros veículos. A ponte será um prolongamento da Rua Domingos Afonso Mafrense, compondo um binário de tráfego com a Alameda Mestre João Isidoro França, interligando o bairro Poti Velho com a região da Santa Maria da Codipi.

Local ganhará nova ponte.
O bairro Poti Velho surgiu de uma ocupação às margens da confluência entre os rios Poti e Parnaíba

De acordo com José João Braga, secretário executivo de Captação de Recursos e Monitoramento da Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação – SEMPLAN, a nova ponte irá funcionar no sentido Centro/Norte. “Com a nova ponte, teremos um binário interligando o bairro Poti Velho à região da Grande Santa Maria da Codipi. A construção dessa segunda ponte, juntamente com a duplicação da Avenida Poti – já em execução – melhorará o fluxo de pessoas e de veículos, facilitando o acesso e beneficiando toda a região do Poti Velho, Santa Maria da Codipi, Parque Brasil, Jacinta Andrade, Nova Teresina, dentre outros bairros”, explica.

O prazo de conclusão da obra é de 12 meses, a contar da assinatura da ordem de serviço. A prefeitura não divulgou o nome da empresa vencedora da obra.

Pedido antigo dos moradores

O edital foi lançado em abril deste ano, mas a demanda já vinha desde o ano passado. Naquela época, a obra foi orçada em R$ 24 milhões, mas acabou saindo mais barata do que o esperado. A nova ponte vai atender aos moradores da região e ajudar aprimorar o trânsito de carros e pessoas nas proximidades.

O Rio Poti corta os estados do Piauí e do Ceará. É um importante recurso para os habitantes da região, sendo responsável pelo abastecimento da cidade cearense de Crateús.