O site da revista Veja traz matéria interessante em que afirma haver uma falta de construtoras capazes de participar do leilão das ferrovias. Segundo a revista, “depois da onda de concessões federais do final do ano passado, a capacidade das construtoras de assumir novos compromissos está próxima do limite”.

Como o investimento é alto e deve ocorrer no curto prazo, somente há de 6 a 8 empresas capazes de arcar com a responsabilidade. A publicação atribui ao ministro dos Transportes, César Borges, a afirmação de que isso limita o processo de licitação. A reportagem ouviu representantes destas grandes empresas.

Leia a matéria na íntegra no site da Veja.

Comentários do CAB: O governo do PT, sempre relutante quanto às concessões públicas, está descobrindo os benefícios deste modelo de gestão. O problema é que faz tudo na base do imediatismo e do atropelo, sem que haja um prazo hábil para as construtoras planejarem seus movimentos e concluírem as obras com qualidade. O resultado é esse mesmo: ainda que hajam interessadas, poucas são as opções de empresas habilitadas a participar de uma licitação tão complexa e que envolve um montante de recursos são elevado.