Não dá para olvidar que a GEAP possui um quantitativo de vidas, acima dos 60 anos, a quem presta serviços na área de saúde, além da previdência complementar. Seus preços podem ser melhores que os praticados no mercado.

Não se pode esquecer, contudo, que o Brasil é uma economia de mercado em que a  assistência à saúde é livre à iniciativa privada, nos termos do art. 199 da Constituição.

A GEAP, capenga financeiramente, tem recebido forte apoio governamental e os dias de prejuízo são coisa do passado. Agora, foi alterado o art. 206 – A da Lei nº 8.112/90 para contemplar que os exames médicos periódicos, a que são submetidos os servidores públicos, poderão ser realizados por intermédio de convênios com operadoras de plano de assistência à saúde, organizadas na modalidade de autogestão, que possuam autorização de funcionamento do órgão regulador, na forma do art. 230 da mesma lei.

Provavelmente, não se trata somente de flexibilizar a realização dos exames.