O Ministério da Defesa publicou uma portaria em que estabelece instruções prévias para as relações entre o Ministério da Defesa, as Forças Armadas brasileiras e os adidos militares estrangeiros. O objetivo é criar laços de aproximação entre os envolvidos para que desenvolvam atividades conjuntas. Apesar de a portaria já ter sido publicada, o Ministério da Defesa está aberto ao envio de sugestões pela sociedade para aperfeiçoamento das regras.

A norma estabelece critérios para designação de adidos militares e orienta quanto a atuação, boas práticas e obrigações que o militar deve ter para com o seu país e para com as Forças Armadas locais. O adido militar deve, por exemplo, informar ao Estado-Maior sempre que uma autoridade de sua nação de origem vier ao Brasil, especificando a motivação da visita, a data de chegada e partida, além de outras informações imprescindíveis.

Adido militar é um oficial das Forças Armadas vinculado a uma representação diplomática com a finalidade de trabalhar em estreita ligação com as autoridades militares locais, permutando informação específica. Por regra, uma embaixada dispõe de um adido militar proveniente de cada um dos três ramos das Forças Armadas ou, junto dos Estados de maior relevância, três adidos de cada um dos ramos.