Conheça quantas pessoas moram no país e quais são os municípios mais e menos populosos do Brasil

Por Alveni Lisboa

Se você quer saber quantas pessoas vivem no Brasil em 2017, saiba chegou ao local certo. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE divulgou, no Diário Oficial da União do dia 30 de agosto de 2017, a quantidade de habitantes do país. Em agosto de 2017, a população brasileira é de 207,6 milhões de habitantes.

O dado foi obtido após levantamento estimativo feito pelo IBGE e tornado público com a Resolução nº 4, de 28 de agosto de 2017. As informações sobre estados e municípios tem como data de referência o dia 1º de julho de 2017. A divulgação atende aos fins previstos no inciso VI do Art. 1º da Lei nº 8.443, de 16 de julho de 1992 – Regimento Interno do TCU.

Estados com mais e com menos habitantes

O estado com mais habitantes no Brasil é São Paulo, com um total de 45.094.866 de pessoas. O estado de Minas Gerais fica na segunda colocação com menos da metade disso: 21.119.536. Fechando o TOP 3, vem o Rio de Janeiro com 16.718.956 de moradores.

Já o estado com menos habitantes no Brasil é Roraima, cuja população é de 522.636 pessoas. Na segunda posição vem o Amapá e seus 797.722 habitantes, seguido pelo Acre com 829.619 moradores. Os três estados com menor população do Brasil ficam na Região Norte do país.

Municípios com mais e com menos habitantes

Na esfera municipal, o município com mais habitantes é a capital paulistana: São Paulo com seus 12.106.920 habitantes. Na segunda colocação vem o município do Rio de Janeiro, cuja população é estimada em 6.520.266 de habitantes.

O município com menos habitantes do país é Serra da Saudade, em Minas Gerais/MG, com apenas 812 habitantes. Na segunda colocação está o município de Borá, em São Paulo/SP, com 839, seguido por Araguainha, no Mato Grosso/MT, com 931 habitantes.

Para que serve a estimativa populacional?

A estimativa de habitantes é fundamental para órgãos da Administração Pública Federal. Estas informações são utilizadas como base para a elaboração de programas de governo e para guiar o repasse de recursos. No geral, os municípios maiores recebem quantias maiores de repasse financeiro, já que possuem, em teoria, mais problemas para resolver. Os municípios menores tem um orçamento bem mais enxuto e recebem uma fatia bem menor do bolo orçamentário.

Há programas governamentais que são focados em municípios com menos de 50 mil habitantes, como por exemplo, o programa Minha Casa Minha Vida. São critérios diferenciados para atender às especificidades locais, como a falta de mão de obra qualificada e a renda mais baixa da população.

Os dados norteiam também a atuação dos órgãos de controle interno e dos tribunais de contas da União, dos Estados e dos Municípios. Essas informações auxiliam os técnicos e analistas do Tribunal de Contas da União – TCU na realização de diligências para elaboração das auditorias.

O Regimento Interno do TCU, por exemplo, no art. 41, estabelece como atribuição a fiscalização da aplicação de recursos repassados pela União mediante convênio, acordo, ajuste ou instrumento congênere a estados, municípios e o Distrito Federal.  Mas é o art. 102 do RI do TCU que obriga o Poder Executivo a publicar a estimativa até 31 de agosto do ano corrente.

Veja o relatório completo no DOU do dia 30 de agosto de 2017.