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Sensores e celulares: tecnologia unida contra doenças

Dispositivo de nanomateriais envolve biossensores eletroquímicos que enviam informações para os telefones celulares via Bluetooth

O uso combinado de biossensores eletroquímicos com smartphones pode ajudar na detecção de diversas doenças. Na Universidade Federal de Uberlândia (UFU), uma bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) participa de pesquisa que faz diagnósticos por meio dessa tecnologia para hanseníase, tuberculose e infarto agudo do miocárdio.

Nanomateriais compõem a estrutura que identifica doenças em questão de segundos. Microchips são postos em uma plataforma que, acoplada a um telefone celular, dão o resultado positivo ou negativo para as enfermidades.

“O intuito desse projeto é levar à comunidade sensores, testes-diagnósticos, que sejam mais práticos, mais rápidos, com custo mais baixo, baseado em uma tecnologia já existente, já conhecida e até disponível no mercado”, destaca Ana Flávia Oliveira Notário, bolsista de pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Genética e Bioquímica da UFU.

Ana Flávia trabalha no Laboratório de Nanotecnologia da UFU, coordenado por Luiz Ricardo Goulart Filho, professor-titular da instituição de ensino mineira. Ele também supervisiona diretamente o trabalho com os sensores e explica a tecnologia: “Os biossensores eletroquímicos são sensores portáteis usados em associação com smartphone para que a gente possa fazer a detecção via Bluetooth.”

O desenvolvimento dos sensores tem o objetivo de dar mais rapidez a diagnósticos. Goulart afirma que os equipamentos podem ser complementares a outras técnicas para auxiliar na detecção e no tratamento precoce das doenças.

Via Ministério da Educação
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