Como condição básica para o bom andamento dos processos na Administração Pública, destaca-se o uso da Tecnologia da Informação, cuja evolução oferece inovação e melhoria na qualidade dos serviços prestados, tendo em vista a utilização de novas abordagens.

O gerenciamento desse recurso precisa ser minucioso, visto que é a base para um processo de modificação da estrutura administrativa, a fim de proporcionar a almejada evolução. Incumbe, portanto, aos gestores a utilização desses artifícios em prol de toda a Administração Pública.

Em decorrência da expressiva materialidade das aquisições e dos recursos geridos por meio de sistemas informatizados e do uso crescente da TI, foi instituída, no âmbito do Tribunal de Contas da União, a Secretaria de Fiscalização de Tecnologia da Informação – Sefti, na condição de unidade especializada na área1.

A Sefti monitora a adoção de providências recomendadas pela corte de contas, desenvolvendo ações de estímulo e gerenciamento, bem como promovendo a normatização, a fim de estabelecer o aperfeiçoamento da gestão da continuidade do negócio.

Quanto ao planejamento das ações na Administração – sem entrar no liame de contratação –, a adoção de planejamento na atividade de TI é frequentemente recomendada pela corte de contas. É imperiosa a utilização dos recursos, desde que  os objetivos e metas da instituição sejam considerados a base de todo o processo.

Os resultados satisfatórios surgem quando as instituições adotam recomendações de maneira planejada, de modo que seja possível verificar a qualidade, a eficácia e a efetividade dos serviços prestados. Os recursos de TI são responsáveis pelas áreas principais de uma organização e, caso sejam utilizados sem planejamento estratégico e profissionais capacitados, seu uso será irracional.

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1 O TCU e a tecnologia da informação. Portal TCU. Disponível em: <http://portal2.tcu.gov.br/portal/page/portal/TCU/comunidades/tecnologia_informacao>. Acesso em: 11 nov. 2014.